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1º de Maio – Dia do Trabalhador


Você sabia que o Dia do Trabalhador (1 de maio) é comemorado em vários países e que a data é feriado, também, em Portugal, na Suécia, na Espanha, na Franca, em Moçambique, em Angola e em cerca de oitenta países. Em todos, acontecem eventos e manifestações em prol dos diversos profissionais ao redor do mundo.

Tudo começou em 1886, quando milhares de trabalhadores norte-americanos realizaram manifestações pelas ruas de Chicago com o objetivo de reduzir a jornada de trabalho para 8 horas diárias. Neste dia, teve início uma greve geral nos Estados Unidos. Somente em 1890 o Congresso dos Estados Unidos aprovou a redução da carga horária dos trabalhadores.

No norte da França, em 1 de maio de 1891, quando também houve manifestações pelas ruas, aconteceram confrontos com a polícia, resultando na morte de dez pessoas, que tornaram o dia mais emblemático para lembrar da luta dos trabalhadores. Somente em 23 de abril de 1919 o senado francês confirmou que a jornada de trabalho seria de 8 horas diárias e proclamou o dia como feriado nacional. Em 1920 foi a vez da União Soviética também adotar a data como feriado em seu calendário nacional, da mesma maneira como outros países igualmente fizeram.

No Brasil, o dia é reservado para manifestações, eventos culturais e sindicais, mas sobretudo, para uma reflexão sobre as condições de trabalho e empenho dos profissionais em exercício de suas funções.

Parabéns para todos os trabalhadores do nosso país e de outros lugares do mundo! Torcemos para que todas as pessoas possam atuar no que gostam, sempre com dedicação e amor.

Texto: Agência Informação Escrita / JCG Comunicação
Carina Gonçalves – jornalista responsável (MTB 48326)

21 de abril de 16 – Dia de Tiradentes

Na data de 21 de abril é comemorado o Dia de Tiradentes em homenagem a Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), que foi considerado como herói nacional, em meados dos séculos XVII e XIII, por suas ações políticas. Hoje, considerado Patrono Cívico do Brasil, ele tem sua história ligada à Inconfidência Mineira, um movimento ocorrido neste período, com o objetivo livrar o Brasil do domínio de Portugal, que exercia forte controle sobre às riquezas minerais (cada dia mais escassas) e estabelecia impostos altíssimos.
Com o passar do tempo, as interferências portuguesas começaram a incomodar a elite de Minas Gerais, que deu início ao movimento separatista no Brasil. Entre os inconfidentes, sua grande maioria homens ricos e cultos, Tiradentes era o único militar, que também era dentista, o que lhe originou o nome. O movimento não teve sucesso e todos foram presos. Tiradentes esperou pelo julgamento, por três anos, quando foi condenado em 21 de abril de 1792 ao enforcamento e depois foi esquartejado. Os outros homens, por possuírem muitos bens, conseguiram escapar da pena maior e optaram pelo exílio.
Somente em 1890, Tiradentes teve seu reconhecimento público pela bravura e determinação. Desde 1965, durante a primeira fase do regime militar no Brasil, o Marechal Castelo Branco, na época presidente da República, sancionou a lei n. 4.897, em 9 de dezembro, que intitulava a data de 21 de abril como feriado nacional e conhecido como Dia de Tiradentes.

Texto: Agência informação Escrita / Agência JCG Comunicação e MKT
Carina Gonçalves – Jornalista Responsável
11-4113-6820 / 11-98092-6021 (Whats)

19 DE ABRIL

DIA DO ÍNDIO



Povos indígenas são homenageados por sua luta, perseverança e
conquista de respeito em meio a sociedade

O Colégio Branca Alves de Lima – BAL saúda o Dia do Índio, que é comemorado no dia 19 de abril. Um povo desbravado, que ainda hoje busca por melhores condições de vida e respeito a suas tradições passadas de gerações em gerações.

Estima-se que antes da colonização européia no continente americano, antes de 1500, havia cerca de 100 milhões de índios, só no Brasil viviam 5 milhões deles, que estavam divididos em tribos por vários estados e regiões brasileiras. Entre algumas, os tupi-guaranis (região do litoral), os macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), os aruaques (Amazônia) e os caraíbas (Amazônia).

Devido às mudanças e a colonização dos ‘homens brancos’, calcula-se que hoje existam apenas 400 mil índios em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo Governo Brasileiro. Para este número, temos aproximadamente 200 etnias e 170 línguas indígenas predominantes e ativas nos pequenos grupos, que infelizmente não vivem mais como antes da chegada dos portugueses e acabaram perdendo muito de sua identidade cultural.

Antes da relação com a comitiva de portugueses, na descoberta do Brasil, os índios viviam da caça, da pesca e da agricultura, especialmente de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e mandioca. Também, domesticavam animais de pequeno porte como, por exemplo, a capivara e porco do mato. Segundo a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral), os índios não conheciam o cavalo, o boi e a galinha, tanto que se espantaram no primeiro contato com esses animais.

E, em pleno século XXI, com a multiplicidade de culturas e globalização entre as nações, os povos indígenas ainda sofrem com a intervenção do ‘homem branco’, que tentam lhes tomar suas terras e impor novos costumes. Esperamos que as próximas gerações contribuam para que todos os povos, independentes de credes, raças ou nações possam viver em harmonia entre si e, também, com a natureza, preservando e cuidando do Planeta para muitas gerações.



Texto: Agência informação Escrita / Agência JCG Comunicação e MKT
Carina Gonçalves – Jornalista Responsável
11-4113-6820 / 11-98092-6021 (Whats)